Hoje, 20/03, a Quartamarelo faz 1 ano de vida!
Foi um ano de muitas aventuras, poucos lucros mas muitas histórias pra contar.
Ontem, com certeza, foi um dia de muita alegria, começamos a gravar nossa primeira música, A Gorda, e por incrível que pareça, nós mesmo, sozinhos, conseguimos fazer algo bom.
É isso aí, espero que esse seja o primeiro ano de muitos.
O exemplo-mor para definir tietagem, é imaginar uma cena muito comum: Garotas gritando por uma celebridade musical, artística ou esportiva, enfim seu ídolo.
As vezes eu fico pensando: “como é ser famoso?”
E se a minha banda tiver sucesso, fãs, aparecer na mídia? (Sei que é muito difícil, mas não é impossível.)
Gosto muito dos Beatles, e como todos sabem, essa foi a maior banda de todos os tempos.
Em 1963 os Beatles começaram a gravar suas músicas, eles já haviam gravado antes, com um músico na Alemanha. Depois de serem recusados por muitas gravadoras, a Parlophone os contratou para as gravações. Gravaram o single “Please Please Me”, depois um album de mesmo nome, que incluía hits como “Love Me Do”, “I Saw Her Standing There” (que ia se chamar “17″) e “Please Please Me”. Depois a gravação de “With the Beatles”, que incluia o hit “All My Loving”. Também por essa época foi gravada a música “I Want To Hold Your Hand”.
Com esse material os Beatles venderam milhões de discos e, assim, começa a Beatlemania na Inglaterra.
Depois de levar muitos pés-na-bunda de gravadoras americanas eles começam a tocar nos EUA. Foram convidados por Ed Sullivan para tocar em seu programa (Ed esteve na Inglaterra e viu o que se passava por lá), que teve uma baita audiência.
Logo ao chegar no aeroporto nos EUA, os Beatles viram uma multidão de fãs gritando. Era a Beatlemania na américa.
Semana passada eu estava curtindo as férias em Garopaba, e como em ja faz uns anos, o Dunga estava lá. Toda manhã eu ia para a beira da praia ler a biografia dos Beatles, do Bob Spitz, e ao meu lado o ex-técnico da seleção brasileira de futebol ficava com sua familia curtindo a praia. O tempo ia passando e cada vez mais pessoas iam pedir pra tirar foto, conversar, elogiar… (lembro de uma mulher que disse: “onde estão os Paparazzi?”)
Eu ficava ali, só observando, algumas vezes rindo daquilo que acontecia e imaginando, como será que ele se sente? Será que ele curte isso? Será que ele acha isso uma chatisse e só o que queria era ficar em paz com a sua familia?
Pois é, enquanto eu não descubro as respostas dessas perguntas, talvez possa nunca descobrir, eu fico aqui imaginando e esperando alguma coisa acontecer (poético, não?)